sábado, 31 de dezembro de 2011
MANOEL MARQUES, SECRETÁRIO DA UBE E OS SEUS CARINHOSOS VOTOS DE FELIZ ANO NOVO!
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
O PRESIDENTE DA UBE-RN - EDUARDO ANTONIO GOSSON - ENVIA CONVOCAÇÃO PARA OS ESCRITORES UNIDOS, EM 02-01-2012.

COMUNICADO Nº 09/2011
Ficam convocados todos os membros da chapa ESCRITORES UNIDOS
(Diretoria, Conselho Consultivo e Fiscal) para posse - biênio
2012/2013 -
Data: 02.01.2012 (segunda-feira)
Hora: 16h
Local: Academia Norte-Rio-Grandense de Letras
Rua Mipibu, 443 - Cidade Alta
EDUARDO GOSSON
Presidente
VOTOS DE SOLIDARIEDADE AO PRESIDENTE DA UBE - DR. EDUARDO GOSSON.
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
NOTA DE FALECIMENTO DE JORGE ANTONIO GOSSON EM 28-12-2011, COM SEPULTAMENTO AMANHÃ, 29-12-2011.

Eduardo Gosson comunica o falecimento do seu tio JORGE ANTONIO GOSSON, neste28.12.2011, às 17h, nesta cidade, quado se encerra um um ciclo de mortes neste nefasto 2011. Em apenas 05 meses
perdeu três tios: JAMYLES GOSSON em 29.07.2011, JOSÉ GOSSON
em 22.10.2011.
O PRESIDENTE DA UBE-RN CONVOCA OS MEMBROS DA DIRETORIA PARA A REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA, DIA 29-12-2011.


Comunicado nº 08/2011
Através deste Comunicado ficam convocados todos os membros da Diretoria, para a Reunião Extraordinária com a seguinte
ORDEM DO DIA
.posse da nova diretoria (02.01.2012 às 16h na ANL)
. UBE x Secretaria Extraodinária de Cultura em torno do domínio do Galo.
Local: ANL - Rua Mipibu,443 - Cidade Alta
Data: 29.12.2011 (quinta-feira)
Hora: 10h -
Natal/RN, 28 de Dezembro de 2011
Eduardo Gosson
Presidente
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
AO QUERIDO PRESIDENTE DA UBE-RN E SEUS FAMILIARES, VOTOS DE UM FELIZ ANO NOVO! SAÚDE, PAZ E BELAS ATIVIDADES!



AO PRESIDENTE E SEUS FAMILIARES:
FELIZ ANO VOVO! VIVAS EDUARDO E SUELY


AMÉM!
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Comentário
Seareiro deixou um novo comentário sobre a sua postagem "AO QUERIDO PRESIDENTE DA UBE-RN E SEUS FAMILIARES,...":
Que este ano de 2012 que se vai iniciar, seja realmente NOVO, em mais Paz, Justiça, Solidarieda Humana, Equidade, Respeiro pelas diferenças etno-culturais e pelos ecosistemas da Casa-Terra-Mãe que habitamos. E que o nosso Querido Presidente da UBE-RN possa continuar a iluminar com a sua inteligência, cultura, solidez ética e moral, firmeza de princípios e valores, os caminhos dos relevantes serviços públicos e culturais que vem dando ao RN, na valorização e enriquecimento da importância da cultura Potiguar, dos seus escritores e obras, com a lucidez e coragem com que tem marcado a sua liderança da UBE-RN, ganhando, por isso, a admiração, consideração, o apoio e os afetos de todos nós, os que estamos ligados à UBE-RN, mas também de todos os Potiguares que se reveem neste seu guardião da cultura Norte-Rio-Grandense. Votos de muita saúde, felicidades e realizações de contentamento, para Eduardo Gosson e toda a sua família.
Carlos Morais dos Santos
Membro do Conselho Consultivo da UNE-RN
sábado, 24 de dezembro de 2011
MENSAGEM NATALINA DO CONFRADE CARLOS MORAIS DOS SANTOS. FELIZ NATAL PARA ELE, TAMBÉM, E SUA FAMÍLIA.

NATAL
e
Feliz ANO NOVO!
Votos de Saúde, Amor e Posperidade!
Que haja Paz, Justiça e
Dignidade Humana para todos
e um Planeta mais protegido e amado
em todos os seres:
animais, vegetais e minerais !
Em nome de todos os membros do nosso “Conselho Editorial” e para todos os nossos amigos, colaboradores, seguidores, aos componentes dos Blogues que seguimos e recomendamos no nosso Blogue e aos dos Blogues que nos recomendam e especialmente aos mais de 95.000 leitores em 22 países, que nos honram com a sua adesão e comentários, a todos os que generosamente têm contribuído para fazer desta nossa Revista Cultural - “Culturas e Afetos Lusofonos”, uma ponte de amizade, de ligação e encontro, de divulgação, promoção e valorização dos autores e obras de Letras, Artes e Ciências da Lusofonia, a todos eles, aproveitamos para agradecer o privilégio do reconhecimento do noso labor em prol da valorização das culturas lusófonas, em mais um ano, o nosso 2º. ano de existência, em que, mais uma vez, tivemos a honra de termos sido designados como candidatos ao TOP-BLOG 2011.
Natal frio, Natal quente
Frio de carências, quente de amor
Porquê não se constrói entre a gente
Uma slidariedade multicolor
Sejam quais forem as “raças”
Os credos e as religiões
Cantemos em todas as praças
Com músicas nos corações
Abracemos num só abraço
Jovens, velhos e crianças
Ergamos um Monumento de aço
À humanidade e suas esperanças
À esperança e à fé na Paz
À esperança na fraternidade
À esperança no que se faz
Toodos os dias pela humanidade!
Nata, Novo Ano, Renovação
Vibram corações, se iluminam de bondade!
Alimento de poucos dias, escasso pão
E...tanta é a fome de Paz, Amor e Fraternidade
Que aquela boa estrela de grande esperança
Que há dois mil e onze anos nos iluminou
Se reveja todos os dias no sorriso dessa criança
Que em todos nós existe, e é tão triste se já murchou
Igualdade, Amor, Paz e fraternidade
Foi aquilo que Jesus nos ensinou
E é só isso que para todos, em liberdade
Que como Lei da Terra, inviolável e sagrada
Ainda não se cumpriu, nem sequer se votou
Votemos na solidária fraternidade
Que nesta Nave-Terra temos de conseguir
Votemos na União Universal da Humanidade
Para que nesta sideral viagem haja porvir!
Texto e poemas de
Carlos Morais dos Santos
Editor/Administrador do cultruraseafectosusofonos
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
MENSAGEM NATALINA DE CARLOS ROBERTO DE MIRANDA GOMES.
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
POR SER NATAL - POEMA DE SILVIO CALDAS.


Por ser Natal, o homem pára a luta,
Faz uma festa, convida os amigos,
Confraterniza com os inimigos,
Relembra, enfim, o Cristo lá na gruta.
Por ser Natal, o homem é menos triste,
Esquece as mágoas com facilidade,
E busca agir com mais serenidade,
Não mais o grito, nem o dedo em riste.
Por ser Natal, por fim, os homens amam,
A tudo aceitam, a nada mais relcamam;
Todos unidos abominam o mal.
Por ser Natal é que às vezes cismo:
- Que bom se houvesse um novo catecismo,
Tornando o ano inteiro um só Natal...
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
A UBE- RN RENOVA VOTOS DE PARABÉNS AOS ANIVERSARIANTES DE DEZEMBRO, ANUNCIANDO-SE AOS DE JANEIRO DO NOVO ANO DE 2012. PARABÉNS E SAÚDE!!!

duardo de Carvalho Costa: dia 03
Rosivaldo Toscano dos Santos Jr.: dia 05
Ormuz Barbalho Simonette: dia 06
André Valério Sales: dia 16
Caio Flávio Fernandes de Oliveira: dia 20
Aniversariantes de janeiro (para 2012)
Aluísio Matiados Santos: dia 04
Maria da Salete Fernandes Pimenta Tavares: dia 14
Mery Medeiros da Silva: dia 10
Marcos Antônio Bezerra Cavalcanti: dia 17
Diulinda Garcia de Medeiros Silva: dia 19
Manoel Marques da Silva Filho: dia 30
domingo, 18 de dezembro de 2011
ESCRITOR LUSO-BRASILEIRO ESCREVE AOS POTIGUARES.

Os meus cumprimentos e votos de que tenhamos todos um Santo Natal na Paz do Nosso Senhor Deus Pai, junto dos Amigos e familiares.
Desde há 32 anos que moro em Natal e, já desde então, me senti sempre
bem recebido nos meios culturais Potiguares, tendo tido inclusive a
honra de ter sido entrevistado pela TV - U, àquela época, na companhia do nosso dileto amigo Pery Lamartine, junto ao ilustre poeta, acadêmico Dr. Diógenes da Cunha Lima, um dos expoentes máximos da Academia de Letras do RN, só para conversarmos sobre o vate "CAMÕES", que
admiramos pelo que nos inspira e nos ilumina há séculos.
Hoje sentei-me na escrivaninha electrônica para redigir votos de Boas
Festas, uma formalidade tradicional que tem a importância que cada um lhe queira dar, porém, achei melhor escrever esta carta de
solidariedade à sua Nota de Repúdio e, de carreira, juntar a minha
assinatura à carta do Amigo Escritor Sérgio Vilar (data vênia).
É bastante conhecida a sentença de que "os homens passam, as obras
ficam" e isto, a meu ver, se aplica em todos os âmbitos do
desenvolvimento social humano seja de ordem pública ou privada. Sejam de amplitude politica - cultural - social global ou seccional, sejam
enfim, até de ordem particular.
As atitudes serão sempre lembradas por outros que virão depois de nós,
quando já tivermos passado para o outro lado da vida que, por ser
desconhecida a chamamos de morte, porém, onde cada um terá a luz
necessária para brilhar pelo que tenha deixado. E certamente o
legado do nobre escritor Deífilo Gurgel, não há-de assim cair em saco
roto!
Politicos são passageiros desta carruagem de vaidades materiais que,
como tudo, tem o seu começo e terá o respectivo fim, algures já
determinado por quem nos comanda.
A nós basta-nos acompanhar o andar da carruagem e escolher os melhores companheiros da viagem, a UBE como um todo e a UBE/RN em particular, tem os Maquinistas que conduzem a locomotiva dignamente com brio, competência e isenção.
De volta ao meu linguajar típico da minha verve, esteriotipada já há
décadas aqui no Nordeste Brasileiro, tão similar ao meu Nordeste
Transmontano - vamo botá mais calvão na fornalha para levar adiante o trem que cresce a cada novo dia com outros autores, outros escritores,
outros oradores e construtores de obras que se presume, contribuíram
para o bem da sociedade: povo que lê, é povo instruído e educado -
uma pequena nota de rodapé de um qualquer periódico ou boletim
informativo, ainda que à mistura com outras de somenos importânica, em nada deminui o valor de quem o tem.
Pensemos positivo: o outro lado da moeda diz-nos que, um desprestígio
de quem não sabe ler é um elogio para quem escreveu corretamente com
honestidade própria.
Receba pois o meu abraço e fique com Deus! Até brevee um Bom Natal
a Todos.
sábado, 17 de dezembro de 2011
NOTA DE REPÚDIO - DR. EDUARDO ANTONIO GOSSON - PRESIDENTE DA UBE/RN.


A União Brasileira de Escritores - UBE/RN vem, através desta Nota, repudiar o comportamento antidemocrático da senhora Secretária de Cultura, ISAURA AMÉLIA ROSADO MAIA, em relação ao Escritor Deífilo Gurgel, decano da entidade, merecedor de todas as homenagens.
Por sua vez, dois meses antes da realização do IV Encontro Potiguar de Escritores (de 24 a 26 de outubro passado), essa presidência, mediante ofício, solicitou uma audiência, para tratar de relevantes questões, bem como convidá-la para participar da mesa Propostas dos Gestores Públicos para a Cultura Potiguar. Não concedeu a audiência e nem compareceu ao debate (apesar do seu chefe de gabinete, senhor Nelson ter confirmado sua presença). No dia aprazado, após ligar para a FJA, fui informado que a mesma estava viajando e que viria um funcionário tapa-buraco com a finalidade de suprir a sua ausência).
A UBE que foi fundada em 14 de agosto de 1959, tendo inclusive entre os seus fundadores o seu tio Vingt-Un Rosado, DÁ E EXIGE RESPEITO. O Escritor Deífilo Gurgel, a essa altura da vida, não merecia passar por mais um vexame.
Presidente da UBE/RN
NOSSO CONFRADE HORÁCIO PAIVA FAZ HOMENAGEM A BENITO BARROS.

Horácio Paiva
horacio_oliveira@uol.com.br
No Natal do ano passado, morria, em Macau, o professor e escritor Benito Barros. Militante político e poeta, enquanto viveu sempre esteve presente nas manifestações culturais e nas lutas sociais e políticas de nossa terra, a Terra do Sal. Era meu amigo, e mais uma vez, em louvor de sua memória, venho evocar o seu nome, homenageando-o com o artigo e o poema que assino.
A CASQUEIRA SEM O SEU PROFETA.
Não há depoimento maior, mais forte e mais contundente do que a morte, ante a qual todas as palavras empalidecem.
Alan Seeger, poeta norte-americano que morreu durante a I Guerra Mundial, aos 28 anos de idade, na França, escrevera, na véspera de sua morte em combate, um belo poema, intitulado “Rendez-Vous”, cujos versos iniciais ficaram mundialmente famosos. Continham, além da beleza, palavras proféticas:
“Amanhã terei um encontro com a morte
e a esse encontro não poderei faltar...”
A morte é o nosso limite físico. E, na emoção dos que ficam, amplia a reflexão e o julgamento. Montaigne, em seus “Ensaios” (Livro Primeiro, Capítulo XIX), diz: “Deixo que a morte se pronuncie sobre minhas ações; por ela se verá se as minhas palavras saem dos lábios ou do coração.” E, ainda, ao tratar da perda de um ente querido: “Morrendo ultrapassou mais gloriosamente do que sonhara a fama e o poder a que aspirava em vida.”
A intensa comoção provocada pela morte do inesquecível amigo Benito Barros mostrou o quanto ele era querido em nossa comunidade. Suponho que mais do que ele próprio sabia. A sua dimensão social e política agigantou-se. Provou que a sua voz - denunciando erros, injustiças e hipocrisias políticas - não era uma voz que clamava no deserto. A cidade, que nem sempre se manifestava, escutava-o em silêncio, mas atentamente. Se não queria o confronto, se não adotava a polêmica de suas posições - por acomodação ou por parecer-lhe inadequadas, ora certas, ora erradas -, entendia, porém, necessário o açoite de seu agitado e profético clamor.
Como intelectual, era um afilhado de Rimbaud, e, a exemplo de Augusto dos Anjos, flertava com a morte, naquele sentimento ao mesmo tempo romântico e beatnik, o que mais claramente se vê em seu livro “Réquiem para o Infinito”.
Para não exilar-se em sua própria cidade e não sentir-se adstrito ao seu dia a dia, ao tédio, aos seus limites existenciais e institucionais, e aos governos que contestava, criou, para si próprio, com senso de humor e ironia, uma fábula, refúgio opcional à realidade em que vivia, e para lá convidou os seus amigos: o Império da Casqueira (nome inspirado em uma das ilhas do delta do rio Assu), adotando, então, o pomposo título de imperador - o que, afinal, demonstrava que a ilha continuava política, ao contrário das ilhas exclusivamente líricas, como as de Baudelaire (em Invitation au Voyage) e Bandeira (Pasárgada).
Era assim, portanto, profeta em Macau e imperador na Casqueira...
Como seu amigo, guardo de Benito muitas lembranças... De quando começou a divulgar os seus poemas, dizendo que eram traduções que fizera de um poeta americano morto prematuramente; de sua campanha vitoriosa como candidato a vereador no início da década de 1980, numa das trincheiras em que lutávamos contra a ditadura; de seu entusiasmo com a leitura dos poemas de Constantinos Kaváfis, poeta grego de quem antes muito lhe falara; de seus elogios e insistência para que eu publicasse o meu livro “Navio entre Espadas”; de sua emoção ao ouvir o meu relato da visita que fizera a seu pai, Afonso Barros (de quem certamente herdara a verve e o virtuosismo verbal), em seu leito de morte num hospital de Recife...
Inventamos o tempo e não o compreendemos. Santo Agostinho dá-nos notícia de que, para DEUS, ele não existe. Também penso assim, na eternidade estática e, aos nossos olhos, dinâmica. Até o reencontro em DEUS.
Benito vive, viva Benito!
PEDRAS
Pedras
guardais
o som imóvel das serras
e em silêncio
ficais.
E de supor
se haveria
que à sombra de Deus
repousais.
O HOMEM NA CADEIRA - CARLOS ROBERTO DE MIRANDA GOMES.

O HOMEM NA CADEIRA
Carlos Roberto de Miranda Gomes, escritor advogado
Em uma tarde agradável neste dezembro festivo, após assistir o DVD “Man in the chair”, dei-me à tarefa da reflexão e a ela acresci devaneios acerca da realidade do presente estágio da nossa cidade do Natal e do próprio Estado potiguar.
O filme apresenta inúmeras personalidades, mas destaco, apenas, Flash – famoso e esquecido diretor de cinema e Cameron, um jovem estudante ainda do colegial, ambos problemáticos, seja pela velhice desprezada de um, seja pela juventude incompreendida do outro.
O encontro teve por ponto comum, o amor ao cinema. Flash, premiado em sua produção, termina num asilo de velhos, juntamente com inúmeros outros artistas da 7ª arte – atores, roteiristas, escritores, cinegrafistas, operadores de som, de imagem e outras habilidades mais.
A amizade fez despertar no jovem o sonho de fazer um filme e foi buscar socorro no velho diretor que, pelas razões próprias do seu estado de espírito o repudia, tornando o jovem ainda mais rebelde. De repente se encontram na ideia do filme, com outro roteiro – precisamente a forma de vida e de tratamento dados nessas casas de velhos, numa denúncia de medicamentos mal administrados, falta de cuidados mínimos de sobrevivência, tanto quanto Flash tanto combatia com o tratamento dado aos cães vadios, sacrificados pela saúde animal.
Para a concretização daquele sonho, são convocados aqueles velhos jogados ao abandono que, num passe de mágica, ou milagre mesmo, retomam sua auto-estima e voltam a desenvolver suas habilidades de antanho, até mesmo o encontro de Michey com o computador e se espantar com o acesso ao Google de lá constatando que eles não foram esquecidos e ainda tinham valor.
Os trabalhos são iniciados, conseguem financiamento com outro velho ícone do passado, que a vida concedeu o sucesso e o filme é realizado com toda a emoção que só os experientes são capazes de oferecer.
A amizade entre Flash e Cameron foi capaz de modificar vidas, restabelecer sentimentos familiares e, enfim, o filme é concluído com total sucesso.
Pensei então em transformar aqueles velhos artistas em monumentos de barro e concreto que fizeram a história e a cultura em algum tempo e que hoje são desprezados, como aquelas almas do asilo.
Estou agora estudando um filme que retrate todo esse descaso, os remédios inadequados que aplicam para alimentar um acervo mal preservado, uns até demolidos. Nesse filme existem os Flash e os Cameron. O primeiro, que no personagem do filme morre no final, seria o Machadão e o jovem Cameron o rebelde de qualquer idade, que ainda acredita no poder de resgatar a memória de tantas relíquias, para o conhecimento e uso de gerações futuras (o Juvenal Lamartine, o Aéro Clube, o Forte dos Reis Magos, a Biblioteca Câmara Cascudo, o Atheneu, o Parque de Exposição, por exemplo).
No devaneio deste escrito, para ambos os casos - das pessoas e dos monumentos, valem as expressões que encerram o filme:
“Nietzshe era cheio de merda a maior parte do tempo.
Não há massas dispensáveis no mundo.
Qualquer pessoa tem importância.
O que fazemos, quem somos pode afetar uma geração.Não é a força, mas a duração dos grandes sentimentos que fazem grandes homens.
Nietzshe acertou essa.”
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
NOTA OFICIAL DA UNIÃO BRASILEIRA DE ESCRITORES DO RN - EDUARDO ANTONIO GOSSON.


UNIÃO BRASILEIRA DE ESCRITORES-UBE/RN
NOTA OFICIAL
A União Brasileira de Escritores vem publicamente REPUDIAR a forma como o Governo do Estado procedeu no envio da Mensagem nº 30/2011 , que cria o FUNDO ESTADUAL DE CULTURA: faltando uma semana para terminar os trabalhos no Poder Legislativo. Ao assim proceder percebe-se a intenção de aprovar do jeito que o Executivo quer, sem um debate aprofundado entre os parlamentares e a classe artística.
Por outro lado, a promessa de campanha, feita em debate com os produtores culturais, na Casa da Ribeira, de aplicar 1% do IMCS fica reduzida para 0,5%.
Natal/RN, 14 de dezembro de 2011
Eduardo Antonio Gosson
PRESIDENTE
domingo, 11 de dezembro de 2011
POEMAS DO CONFRADE BENÉ CHAVES PARA ESTE DOMINGO DE DEZEMBRO/2012.

PERPLEXIDADE
Quero ver-te com belas roupas!
E te rasgar com sofreguidão.
Na interrogação
de teu olhar.
Na exclamação
de meu desejo.
Na vírgula de tuas
inquietudes.
Na reticência de minhas
volatilidades.
No ponto final
de nossas dúvidas.
ARDOR
Teus lábios têm o sabor e
o prazer de um orgasmo.
De um infligir, de perpétuo
gozo e oralidade.
Nos gestos radicais
aniquilam-se
passados
alegrias
tristezas
presentes.
Ilusões de uma vida.
Nas atitudes normais
evidenciam-se
coerências
transigências
ponderalidades
futuros.
Sombras de um eco.
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
TRIBUTO DE HOMENAGEM A ENÉLIO LIMA PETROVICH POR CARLOS MORAIS DOS SANTOS, MEMBRO DO IHG/RN E DA UBE/RN .


