segunda-feira, 29 de julho de 2013

DOIS POEMAS DE HORÁCIO PAIVA.

HORÁCIO PAIVA
PAPA FRANCISCO

DEUS NÃO ESTÁ FORA
Horácio Paiva



Deus não está fora
não saiu a passeio

A linguagem de Deus se espalha

Há quem fale com os pássaros
e com os peixes
como Francisco e Antônio

Há quem fale com as pedras
e mesmo com o deserto
mas isto só os iluminados
como os velhos eremitas

E no pão consagrado
Deus está presente

À porta de sua casa


******************************************************************************


FÁTIMA
Horácio Paiva

Na penumbra de meu quarto
rezo o terço.

Seis horas -
o vento descansa nas árvores.

E procuro uma azinheira
onde possa ver teu rosto,
Senhora.

sexta-feira, 26 de julho de 2013

OS OLHOS DA INFÂNCIA ETERNIZAM AS COISAS. NELA, O POÇO ONDE CAVAMOS AS MELHORES RECORDAÇÕES. NATI CORTEZ TRAZ NO SEU LIVRO "O MARIBONDO AMOROSO", A POESIA QUE A INFÂNCIA IMPRIMIU EM SUA ALMA! VIVAS AO DIA DO ESCRITOR!

O AZUL LUMINOSO DA ACADEMIA NORTE-RIO-GRANDENSE DE LETRAS.
A MESA DE HONRA AINDA EM COMPOSIÇÃO POR MIM,  MESTRE DO CERIMONIAL.
OS FILHOS DE NATI CORTEZ: LUIZ GONZAGA, FRANCISCO CORTEZ E O NETO PAULO ALFREDO.
ESCRITORAS EM CONFRATERNIZAÇÃO AO DIA 25 - NEIDINHA MOURA E SUZANA GALVÃO
HÉLIO GOMES, ROSA REGIS, SUZANA GALVÃO, GERALDA EFIGÊNIA, EDUARDO GOSSON, IVAM PINHEIRO E CARLOS GOMES COM O SEU MARIBONDO: O NETO!
LÚCIA HELENA PRESIDINDO O CERIMONIAL
FRANCISCO CORTEZ, EMOCIONADO, EM BREVE DEPOIMENTO SOBRE SUA MÃE, NATI CORTEZ.
PRESENÇAS ANTES DA SOLENIDADE
O ABRAÇO CARINHOSO DE MINHA QUERIDA CONFREIRA - JANIA SOUZA.
GERALDA EFIGÊNIA RECEBE O AUTÓGRAFO DE LUIZ GONZAGA CORTEZ
NEIDINHA E ANNA, ESTA ÚLTIMA NÃO PARTICIPOU DA SOLENIDADE, ENTROU PARA O ABRAÇO EM EDUARDO GOSSON E FAMILIARES DE NATI CORTEZ, POR OUTRO COMPROMISSOASSUMIDO.
LÚCIA HELENA E NEIDINHA
ESCRITORES E THEREZA ROSSO GOMES
HÉLIO GOMES, ROSA REGIS, SUZANA GALVÃO, GERALDA EFIGÊNIA, EDUARDO GOSSON, IVAM PINHEIRO, CARLOS GOMES E O NETINHO.
O RICO DEPOIMENTO DO PRESIDENTE DA UBE SOBRE A HOMENAGEADA E SUAS OBRAS. ELE ORGANIZOU TUDO, OS FAMILIARES JÁ ENCONTRARAM A SOLENIDADE PRONTA E O DIA DA POESIA, EM 25-07, FOI UM MOMENTO ILUMINADO E FESTIVO, COM UM "MARIBONDO AMOROSO" CRIADO POR NATI CORTEZ, LIVRO PREFACIADO POR CARLOS GOMES, ORELHAS, POR CARLOS GOMES.
A MESA DE HONRA COMPOSTA PELO PRESIDENTE DA UBE/RN, PELA PRESIDENTE DA ACADEMIA NORTE-RIO-GRANDENSE DE LITERATURA DE CORDEL, PELO ESCRITOR ROBERTO LIMA DE SOUZA, PELOS FAMILIARES DA HOMENAGEADA (03), FALTANDO DIÓGENES DA CUNHA LIMA, PRESIDENTE DA CASA, QUE, PELO AVANÇADO DA HORA E TENDO QUE CUMPRIR MAIS DOIS COMPROMISSOS, NÃO ALCANÇOU A SOLENIDADE.
FRANCISCO CORTEZ E SUAS PALAVRAS DE GRATIDÃO FILIAL
FILHOS DA HOMENAGEADA
GERALDA EFIGÊNIA E SUZANA GALVÃO
DIÓGENES E NEIDINHA
EDUARDO GOSSON, PRESIDENTE DA MESA, ANTES DE INICIAR A SESSÃO
PAULO ALFRED CORTEZ EM SUA BRILHANTE DECLAMAÇÃO DE UM RICO POEMA DA AVÓ - NATI CORTEZ
GALERIA DE FOTOS DA ANL
DIÓGENES DA CUNHA LIMA - PRESIDENTE
MANOEL RODRIGUES DE MELO 
DOM NIVALDO MONTE 
ONOFRE LOPES DA SILVA 
E 
AMÉRICO DE OLIVEIRA COSTA 
AUTÓGRAFOS 
O CONFRADE CARLOS GOMES BATENDO UMA FOTO MINHA NA TRIBUNA

sexta-feira, 19 de julho de 2013

POEMAS DAS LAMENTAÇÕES: V E VI - EDUARDO ANTONIO GOSSON.

EDUARDO GOSSON

DAS LAMENTAÇÕES – V 

 Senhor, Conservai o sorriso Das crianças 
 Tu disseste: - “Delas é o Reino dos Céus”

 DAS LAMENTAÇÕES – VI 
 Senhor, Protegei os poetas 
 Eles constroem palavras – 
 Orgasmos espirituais!

terça-feira, 16 de julho de 2013

SEMPRE DOMINGO - POEMA DE HORÁCIO PAIVA.

HORÁCIO PAIVA

SEMPRE DOMINGO

 o domingo estende uma toalha branca 
 e põe a sua mesa
 com flores vinho e frutos do mar 
 já quase esquecido que houve um sábado 

 mas ao meio-dia o sábado acorda
com suas contas a pagar
 receios vãos
 nebulosas inquietantes

 ao meio-dia do domingo o sábado acorda

 entorna o vinho então sossegado 
 e o despede 

 pelo menos momentaneamente
 pois logo o domingo reage
 
e afeito a vencer desafios milenares 
 aos poucos afasta as ilusões daninhas
 e restaura a paz

 (Horácio Paiva)

segunda-feira, 15 de julho de 2013

COMBATE ÀS TREVAS – VII REPERCUSSÃO NAS MÍDIAS - EDUARDO ANTONIO GOSSON

EDUARDO ANTÔNIO GOSSON


 Por Eduardo Gosson 

 "Senhor Presidente da UBE/RN, O seu Artigo "Combate às Trevas", fazendo oportunas e fundamentadas considerações sobre a Questão das Drogas merece os aplausos de todo homem de bem, de todo Cidadão que pensa e sabe pensar a serviço do bem comum. Efetivas providências precisam ser tomadas pelo Poder Público, através dos nossos Governantes, a fim de que uma solução, em curto prazo, possa ser encontrada. Parabéns"!

Francisco Campelo/Presidente do CNR/RJ - Centro Norte-Rio-Grandense do Rio de Janeiro (E-MAIL, 05.05.2013

 Comentários do professor da USP Marcos Silva - I:
" Prezado Eduardo: Um grande abraço. Fui jovem numa época em que diferentes drogas eram idealizadas: álcool, tabaco, maconha, lsd, cocaína. Muitos amigos meus se tornaram dependentes de uma ou mais dessas drogas, um deles morreu de overdose. Experimentei uma ou outra, achei e acho sem graça, consumo álcool em pequena quantidade, prefiro viver a seco mesmo. As drogas existem porque o cotidiano é insatisfatório. Dá para enfrentar essa insatisfação sem elas. Possivelmente, essa é uma questão metafísica. É absurdo o que ocorreu com a massificação de tal consumo: se vc tiver dinheiro suficiente, compra e usa qualquer droga até sem saber como a usará. Em meu entendimento, criminalizar e proibir não resolveram nem resolverão o problema. Considero fundamental deixar claro para todos que é possível viver sem usar essas drogas ou usar essas drogas com um mínimo controle. E que é necessário cultivar o valor de estar vivo, ensinar e aprender que vale a pena estar vivo, fazer o que a vida nos permite - sonhar, pensar, amar. Possivelmente, os usuários querem exatamente a aventura da perda do controle, roleta russa sem revólver. E há um sentimento generalizado de desprezo pela vida dos outros e pela vida de si mesmo. Não é problema pessoal, não é problema familiar, é problema de uma sociedade péssima. Temos vontade e tesão para mudar essa sociedade? A opção é deixar rolar, esperando a morte chegar. Minha opção é pela vida, que acabará mas será desfrutada até à última parcela. (In SUBSTANTIVO PLURAL, 06.05.2013) 

 "Caro amigo: Tenho carinho, admiração e respeito por você. Sei que suas falas são honestas, sofridas, sérias. Nossas discordâncias jamais significarão nenhuma diminuição da imagem elevada que tenho de você". Abraços: Marcos Silva (06.05.2013) 

 Comentários do professor Marcos Silva - II 6 de maio de 2013 

"Prezado Eduardo: Um grande abraço. Fui jovem numa época em que diferentes drogas eram idealizadas: álcool, tabaco, maconha, lsd, cocaína. Muitos amigos meus se tornaram dependentes de uma ou mais dessas drogas, um deles morreu de overdose. Experimentei uma ou outra, achei e acho sem graça, consumo álcool em pequena quantidade, prefiro viver a seco mesmo. As drogas existem porque o cotidiano é insatisfatório. Dá para enfrentar essa insatisfação sem elas. Possivelmente, essa é uma questão metafísica. É absurdo o que ocorreu com a massificação de tal consumo: se vc tiver dinheiro suficiente, compra e usa qualquer droga até sem saber como a usará. Em meu entendimento, criminalizar e proibir não resolveram nem resolverão o problema. Considero fundamental deixar claro para todos que é possível viver sem usar essas drogas ou usar essas drogas com um mínimo controle. E que é necessário cultivar o valor de estar vivo, ensinar e aprender que vale a pena estar vivo, fazer o que a vida nos permite - sonhar, pensar, amar. Possivelmente, os usuários querem exatamente a aventura da perda do controle, roleta russa sem revólver. E há um sentimento generalizado de desprezo pela vida dos outros e pela vida de si mesmo. Não é problema pessoal, não é problema familiar, é problema de uma sociedade péssima. Temos vontade e tesão para mudar essa sociedade? A opção é deixar rolar, esperando a morte chegar. Minha opção é pela vida, que acabará mas será desfrutada até à última parcela."

         Comentários do Prof. Marcos Silva-III: 

"Eduardo aponta graves problemas nas instituições dedicadas a dependentes químicos. Orientei uma pesquisa (feita por Nelson Tomelin Jr.) sobre idosos internados em instituições psiquiátricas, panorama semelhante ao que Eduardo descreve. Dependentes químicos encontram nas drogas prazer e poder - o que todo mundo deseja sem necessariamente usar tais drogas. O complicado é depender daquelas produtos (e daqueles fornecedores) para obter esses objetos de desejo. Em correspondência pessoal para Eduardo, recomendei a leitura do texto de Alba Zaluar, incluído no último volume da série "História da vida privada no Brasil", sobre violência e tráfico. Sugiro o texto para todos. Nele, o tráfico de drogas é apresentado em associação com tráfico de armas, altas finanças e - Caro Eduardo, Ótima redação! No nosso estado, e em especial na nossa cidade, não existe sequer tratamento privado para esse mal. Burros os empresários que não investem e irresponsável o poder publico. E assim várias vitimas dessa sociedade egoísta vão perdendo suas esperanças e vidas. Abraço Diego Gosson (E-mail 10.05.2013) 

COMBATE ÀS TREVAS - VII REPERCURSSÃO NAS MÍDIAS.  


 "Senhor Presidente da UBE/RN, O seu Artigo "Combate às Trevas", fazendo oportunas e fundamentadas considerações sobre a Questão das Drogas merece os aplausos de todo homem de bem, de todo Cidadão que pensa e sabe pensar a serviço do bem comum. Efetivas providências precisam ser tomadas pelo Poder Público, através dos nossos Governantes, a fim de que uma solução, em curto prazo, possa ser encontrada. Parabéns! Francisco Campelo/Presidente do CNR/RJ - Centro Norte-Rio-Grandense do Rio de Janeiro (E-MAIL, 05.05.2013) "

"Comentários do professor da USP Marcos Silva - I: Prezado Eduardo: Um grande abraço. Fui jovem numa época em que diferentes drogas eram idealizadas: álcool, tabaco, maconha, lsd, cocaína. Muitos amigos meus se tornaram dependentes de uma ou mais dessas drogas, um deles morreu de overdose. Experimentei uma ou outra, achei e acho sem graça, consumo álcool em pequena quantidade, prefiro viver a seco mesmo. As drogas existem porque o cotidiano é insatisfatório. Dá para enfrentar essa insatisfação sem elas. Possivelmente, essa é uma questão metafísica. É absurdo o que ocorreu com a massificação de tal consumo: se vc tiver dinheiro suficiente, compra e usa qualquer droga até sem saber como a usará. Em meu entendimento, criminalizar e proibir não resolveram nem resolverão o problema. Considero fundamental deixar claro para todos que é possível viver sem usar essas drogas ou usar essas drogas com um mínimo controle. E que é necessário cultivar o valor de estar vivo, ensinar e aprender que vale a pena estar vivo, fazer o que a vida nos permite - sonhar, pensar, amar. Possivelmente, os usuários querem exatamente a aventura da perda do controle, roleta russa sem revólver. E há um sentimento generalizado de desprezo pela vida dos outros e pela vida de si mesmo. Não é problema pessoal, não é problema familiar, é problema de uma sociedade péssima. Temos vontade e tesão para mudar essa sociedade? A opção é deixar rolar, esperando a morte chegar. Minha opção é pela vida, que acabará mas será desfrutada até à última parcela.
 (In SUBSTANTIVO PLURAL, 06.05.2013) 

 "Caro amigo: Tenho carinho, admiração e respeito por você. Sei que suas falas são honestas, sofridas, sérias. Nossas discordâncias jamais significarão nenhuma diminuição da imagem elevada que tenho de você"
 Abraços: Marcos Silva (06.05.2013)

 Comentários do professor Marcos Silva - II 6 de maio de 2013 Prezado Eduardo: Um grande abraço. Fui jovem numa época em que diferentes drogas eram idealizadas: álcool, tabaco, maconha, lsd, cocaína. Muitos amigos meus se tornaram dependentes de uma ou mais dessas drogas, um deles morreu de overdose. Experimentei uma ou outra, achei e acho sem graça, consumo álcool em pequena quantidade, prefiro viver a seco mesmo. As drogas existem porque o cotidiano é insatisfatório. Dá para enfrentar essa insatisfação sem elas. Possivelmente, essa é uma questão metafísica. É absurdo o que ocorreu com a massificação de tal consumo: se vc tiver dinheiro suficiente, compra e usa qualquer droga até sem saber como a usará. Em meu entendimento, criminalizar e proibir não resolveram nem resolverão o problema. Considero fundamental deixar claro para todos que é possível viver sem usar essas drogas ou usar essas drogas com um mínimo controle. E que é necessário cultivar o valor de estar vivo, ensinar e aprender que vale a pena estar vivo, fazer o que a vida nos permite – sonhar, pensar, amar. Possivelmente, os usuários querem exatamente a aventura da perda do controle, roleta russa sem revólver. E há um sentimento generalizado de desprezo pela vida dos outros e pela vida de si mesmo. Não é problema pessoal, não é problema familiar, é problema de uma sociedade péssima. Temos vontade e tesão para mudar essa sociedade? A opção é deixar rolar, esperando a morte chegar. Minha opção é pela vida, que acabará mas será desfrutada até à última parcela. o Comentários do Prof. Marcos Silva-III: Eduardo aponta graves problemas nas instituições dedicadas a dependentes químicos. Orientei uma pesquisa (feita por Nelson Tomelin Jr.) sobre idosos internados em instituições psiquiátricas, panorama semelhante ao que Eduardo descreve. Dependentes químicos encontram nas drogas prazer e poder - o que todo mundo deseja sem necessariamente usar tais drogas. O complicado é depender daquelas produtos (e daqueles fornecedores) para obter esses objetos de desejo. Em correspondência pessoal para Eduardo, recomendei a leitura do texto de Alba Zaluar, incluído no último volume da série "História da vida privada no Brasil", sobre violência e tráfico. Sugiro o texto para todos. Nele, o tráfico de drogas é apresentado em associação com tráfico de armas, altas finanças e - Caro Eduardo, Ótima redação! No nosso estado, e em especial na nossa cidade, não existe sequer tratamento privado para esse mal. Burros os empresários que não investem e irresponsável o poder publico. E assim várias vitimas dessa sociedade egoísta vão perdendo suas esperanças e vidas. Abraço Diego Gosson (E-mail 10.05.2013)

domingo, 14 de julho de 2013

P O R T A R I A N° 01/2013-UBE/RN (UNIÃO BRASILEIRA DE ESCRITORES - SECÇÃO DO RIO GRANDE DO NORTE).

EDUARDO ANTONIO GOSSON - PRESIDENTE

P O R T A R I A N° 01/2013-UBE/RN 

 O Presidente da Diretoria Executiva da UNIÃO BRASILEIRA DE ESCRITORES DO RIO GRANDE DO NORTE – UBE/RN, no uso das atribuições legais conferidas pelo seu Estatuto, considerando a aproximação do término do mandato dos atuais Dirigentes da Instituição, R E S O L V E: 

 DESIGNAR os sócios no final nominados, para compor a COMISSÃO ELEITORAL responsável pela realização do pleito dos Membros da Diretoria Executiva, Conselhos Consultivo e Fiscal para o biênio 2014-2015, a ter lugar no dia 13 de novembro de 2013, na sede provisória da Instituição sita à Rua Mipibu,433, Cidade Alta, Natal-RN, das 10 às 17 horas, cujas normas editalícias serão publicadas, para os fins de direito: Horácio de Paiva Oliveira; George Antonio de Oliveira Veras e Paulo Jorge Dumaresk. 

 PUBLIQUE-SE. CUMPRA-SE.
 Natal, 12 de julho de 2013

 EDUARDO ANTONIO GOSSON
 Presidente da UBE/RN

quinta-feira, 11 de julho de 2013

POEMAS DAS LAMENTAÇÕES III E IV - AUTORIA DE EDUARDO ANTONIO GOSSON.

EDUARDO ANTONIO GOSSON

DAS LAMENTAÇÕES – III

Senhor, 
 Tu que criaste 
O homem 
 À tua imagem 
 E semelhança 
 Afasta de mim
 Este cálice


 DAS LAMENTAÇÕES – IV 

Senhor, 
 Afasta de mim
 A tristeza

 Fui feito
 Para compartilhar 
 A tua alegria