quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

DEPOIMENTO SOBRE A CRÔNICA DO ESCRITOR E POETA EDUARDO GOSSON DEDICADA A SEU PAI - CARLOS MORAIS DOS SANTOS.

CARLOS MORAIS DOS SANTOS
Natal, 5 de Janeiro de 2012
Meu Caro Amigo e Presidente Eduardo Gosson,

Desde que nos conhecemos você deixou em mim uma forte impressão de que eu tinha encontrado mais uma dessas pessoas raras de sensibilidade, cultura, inteligência, simplicidade e humanismo. Mas rara também pela serena e sábia firmeza com que defende, sem concessões, aqueles valores e princípios imutáveis, permanentes, como o amor, a ética, a moral, a justiça, a verdade e a razão que, embora sendo alguns destes valores e princípios relativizáveis de acordo com os contextos culturais, históricos, de tempo, lugar e origem, não deixam, por isso, de serem valiosos e permanentes, nesta sociedade individualista, egoísta, hedonista e consumista do descartável. TINHA ENCONTRADO O POETA NA SUA ESSÊNCIA !

Infelizmente, encontramos demasiadas pessoas que confundem Valores e Princípios Permanentes com "Princípios transitórios", e já dificilmente encontramos pessoas como você, que logo num "retrato à la minute", evidenciam uma transparência, uma sinceridade e uma coerência rara. É de pessoas assim que este nosso mundo psicopático (como diria Alexis Carrel, no "Homem esse desconhecido") precisaria em maior número para ser mais habitável, e é de pessoas assim que eu tenho, desde muito cedo, procurado encontrar (como me aconselhou meu pai), para com essas pessoas partilharmos identificações e comungarmos valores comuns e, com isso, irmos acumulando o maior e mais valioso e sempre cada vez mais valorizável "Patrimônio de Afetos com Pessoas humanamente valiosas", que é a maior de todas as fortunas, que resiste a todas as crises, à erosão do tempo, da distância e da ausência e, ainda assim, continua a valorizar.

Vêm estas minhas considerações prévias a propósito da forma como, em palavras e atitudes, o meu caro Eduardo, enfrenta as suas grandes vicissitudes da vida - as pessoais e as que se ligam às pessoas que ama, sejam parentes ou amigos. É por demais evidente a forma altruísta em que Eduardo Gosson está na vida, dando de si o melhor aos outros, com amor, enfrentando tudo corajosamente e sem desfalecimentos, mesmo quando as intensas dores poderiam paralisar qualquer um.

Foram duríssimas e grandemente intensas as suas perdas, em espaço de tempo tão curto, mas o modo como as tem enfrentado é grandioso e sublime. A sua decisão de escrever uma crônica sobre cada um de seus tão amados familiares, como forma de os manter vivos na memória, porque, como você diz, o esquecimento é o grande abandono e, como diria Brecht, "a indiferença é o maior dos crimes", essa sua decisão, publicamente assumida, é um ato de sublime grandeza do Amor.

SAUDADES? Certamente muitas! Mas como disse Álvaro de Campos (Fernando Pessoa), na Ode Marítima; "...Sozinho, no cais deserto, a esta manhã de Verão, ... Ah, todo o cais é uma saudade de pedra! ..."

Mas Eduardo Gosson, é herdeiro duma rica e ancestral cultura, ele é como o sólido cedro do Líbano, com que se construiu o mítico e lendário Templo de Salomão e, como diz o dramaturgo espanhol Alejandro Casonana na famosa peça "As Árvores Morrem de Pé", ele, Eduardo Gosson, é como essas arvores, esses fortes cedros do Líbano que Morrem de Pé.

Bastará, para exemplificar a natureza do carácter nobre e forte de Eduardo Gosson, que cite desta sua primeira Crônica dedicada a seu pai, e para ilustrar esse seu poder de sublimação. Logo no título pungente de sinceridade exposta, do homem simples e grandioso, do verdadeiro Poeta que se desnuda nas suas emoções, sem mais palavras vãs, apenas com as palavras exatas que lhe vieram como título para a sua Cronica, palavras que vêm lá de dentro do seu fundo, onde mora seu Amor: "EU NÃO SABIA QUE DOÍA TANTO!"
Eis, o que dizia Eça de Queiroz no subtítulo da "Relíquia"..."sobre a nudez forte da verdade - o manto diáfano da fantasia”. Mas Eduardo Gosson logo se afirma como esse forte cedro do Líbano, que mesmo muito dorido, não desfalece em resgatar a memória dos que muito amou e se foram lá para o Oriente Eterno, onde nasce o glorioso sol. Diz Eduado Gosson:

"...Passarei a falar sobre cada um deles porque é preciso sarar o luto, enterrar os mortos e evitar o esquecimento.”

Ao ler, emocionado, esta expressão, ocorreu-me logo o que disse uma das mais fortes personalidades e um dos mais brilhantes estadistas e governante da história de Portugal, que por ver o estado de atraso de Portugal no Século das Luzes, o Marquês de Pombal, então poderoso Primeiro Ministro, do débil D. José I, manipulado pelos excessivos poderes acumulados dos privilegiados, se viu obrigado a se assumir como Ditador Esclarecido face à incapacidade e incompetência do Rei D. José I, aos abusivos privilégios e poderes concentrados de uma nobreza parasitária, a um poder indiscriminado dos jesuítas da Companhia de Jesus, a uma cruel Inquisição que se impunha ao estado, e ao contra poder dos judeus que dominavam toda a economia e finanças, monopolizando-a e que exigiam obter imorais benefícios da reconstrução da cidade e resto do país.

Perante este contexto e as graves consequências de um dos mais terríveis Terramotos da história da Europa, que atingiu mais Lisboa, mas também outras cidades, e ocorreu às 9,45m do dia 1 de Novembro (Dia de todos os Santos) de 1755, face à dor e ao profundo abatimento da Corte e do Rei e da pequena parte dos sobreviventes da cidade de Lisboa, totalmente destruída em 2 terços, pejada de uma população de mais de 60.000 mortos, numa população de 250.000 habitantes, fez calar o seu próprio choro e o choro colectivo dos sobreviventes, respondendo à patética pergunta do Rei - “E agora ?” - com a sua célebre frase, que demonstrou a sua dimensão e firmeza e virou imediatamente, ação, Lei e Ordem:

"Agora é preciso fazer o luto, começando já a enterrar os mortos, a cuidar dos vivos, e reconstruir a cidade, resgatando as suas memórias!"

Eduardo Gosson é assim, um desses homens raros, inspiradores, exemplares, com tanto de doçura afetuosa e de apego ao amor pelos outros, quanto é aquele forte cedro que enfrenta todas as erosões, todas as tempestades e, com firmeza e objetividade, embora “doendo muito”, segue em frente, preenche os vazios com o resgate das memórias, faz o luto, continuando a eterna construção, sempre inacabada, do SER e do FAZER, e como os cedros gigantes, "Morrerá de Pé", só como metáfora, porque HOMENS ASSIM, NUNCA MORRERÃO!

E eu não precisei de muitos e longos anos de convivência e amizade para disto ter a certeza. Basta-me constatar a transparência e a postura assumida em duas ou três atitudes e posturas fortemente definidores de alguém, para poder aqui e agora concluir este meu comentário, confessando:

Eduardo Gosson, você, amigo, é uma lição de vida e sempre me emociona por aquilo que é o seu modo de SER, ESTAR e FAZER !

Receba um solidário e afetuoso abraço, com a admiração do
Carlos Morais dos Santos
Membro do Conselho Consultivo da UBE-RN

"EU NÃO SABIA QUE DOÍA TANTO" - CRÔNICA 01 - EDUARDO ANTONIO GOSSON.

EDUARDO ANTONIO GOSSON

EU NÃO SABIA QUE DOÍA TANTO
Por Eduardo Gosson (*)

Viver é despedir-se, digo eu. “Viver muito é doloroso porque a gente vai enterrando os outros” - diz o Mestre Oscar Niemayer.
Essas duas citações vieram à mente depois que um ciclo de mortes se abateu sobre a nossa família, aniquilando toda uma geração: foi inaugurado por meu pai Elias Antonio Gosson, em 27 de fevereiro de 1990, vítima de infarto agudo do miocárdio, e encerrado agora no dia 27 de dezembro ultimo com Jorge Antonio Gosson. Seis irmãos partiram na Nau da Eternidade: Elias(1990) Francisco(1996), Hulimase(2002), Jamyles, José e Jorge(2011). Passarei a falar sobre cada um deles porque é preciso sarar o luto, enterrar os mortos e evitar o esquecimento.”Morrer não dói, o que dói é o esquecimento”, proclama um guerrilheiro da Nuestra América: o Subcomandante Marcos.

Elias Antonio Gosson.
Exatamente numa terça-feira de Carnaval morria meu pai; daí, em poema, eu ter escrito: “Meu pai morreu numa terça-feira de Carnaval/para não ver a quarta-feira de Cinzas.”. Duas
metáforas: morreu moço, aos cinqüenta e dois anos de idade e evitou
estender a melancolia que nos acompanha no ocaso da vida. Era natural
de Maranguape/Ceará, filho de Antonio José Gosson e Sofia Hamaney
Gosson, ambos do Líbano, que ultrapassaram fronteiras em busca de
novos horizontes. Os árabes ocuparam o Nordeste brasileiro nos
primeiros trinta anos do século passado. Os Gosson (significa Árvore
Frondosa em Árabe) que para cá vieram eram três irmãos: Antonio,
Moisés e Abdon. Fixaram-se em no Ceará, em Maranguape, terra de Chico Anísio. Após alguns anos o mais moço Abdon- veio para o Rio Grande do Norte; depois, o meu avô Antonio e o outro Moisés preferiu ficar em Maranguape/CE constituindo família. Na velhice sempre vinha nos visitar e guardo na lembrança a seguinte imagem: aquele senhor
costumava botar os pés numa bacia de água morna e começava a
barbear-se e a filosofar: “- meu sobrinho, essa vida sem uma ilusão
é uma merda!”, num português arrastado.
Meu pai, dos seis irmãos, era o que tinha mais vocação para o
comércio. Foi um misto de funcionário público, comerciante e
jornalista. Escrevia semanalmente crônicas para os jornais, tinha um
programa semanal na Rádio Trairi e foi presidente por longo 12 anos da
Federação de Umbanda do RN: gostava de estudar as manifestações afro
na Cultura Brasileira. Na hierarquia do Candomblé chegou a ser
babalorixá, o equivalente à cardeal no Catolicismo. Foi candidato a
vereador na legenda do MDB nos idos de 1970 em dobradinha com Antônio Câmara, obtendo em torno de 152 votos. Foi quando compreendeu que a nossa Democracia é de araque: só ganha quem tem e quem sabe gastar dinheiro na compra de votos. Tinha três qualidades que agradam a Deus:
1. Humildade; 2.simplicidade;3.honestidade. Hoje, mora na Nova
Jerusalém, ao lado da resplandecente estrela da manhã!

(*) Escritor e Poeta. Preside da União Brasileira de Escritores/RN

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

DOIS POEMAS PARA ESTA QUARTA-FEIRA - LÚCIA HELENA PEREIRA E UM POETA AMOROSO.


DO AMOR QUE FICA
Lúcia Helena Pereira


Fale-me desse amor que fica
No perfume da rosa que te dei
E desfolhaste na madrugada insone.

Preciso saber desse amor imenso, lento, chegando
Para ficar um dia, preso entre nós dois,
Concha do mar, luar de abril,
Brisa que o vento agride.

Fale-me dessa rosa que fica
Num jarro de vidro azul esmaecido,
Onde ela se destaca e adormece,
Amanhecendo em suor de luz.

Fale-me desse amor que fica
Na doçura do cansaço de minhas esperas,
Na luminosidade de um dia festejado de sol,
Na hora íntima, de juntarmos emoções
E mãos!

Preciso desse sorriso seu - amoroso,
Da translúcida hora da afeição infinita
De uma flor, presa ao galho,
Desprendendo-se, parindo sozinha...

Fale-me do amor que fica - eterno,
Lindo e lírico, cheio de noites e madrugadas,
O amor que nada pede, recebe
E se dá!


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EU TE OFEREÇO
(De um poeta amoroso)


Acordei cedo para ver o sol numa nuvem despontar
E um pássaro, zombeteiro, com suas asas poderosas
Alcançou, de mais perto, esse raiar de luz!

Brinquei com o meu sorriso e te mandei um casto beijo,
O beijo de amor que tantas vezes te ofertei
E tu, aconchegada em mim, correspondeste.

Eu te ofereço esse sol de girassol
Sobre o Vesúvio, a rebrilhar,
Na aldeiazinha, próxima de Nápoles
Onde me encontro, num exílio benfazejo
E em ti penso, te sonho e te amo!

Como dizer desse amor que chega a doer sem me ferir?
Que é a página dileta que Deus nos deixou escrever,
A poesia que adormece nesse enlevo, nesse santo sacrifício
Que a distância nos impõe...

E tu, meu doce amor,
A me esperar com sublimada ânsia,
Para em teus braços encontrar o maior momento,
Ficas quieta...quieta...!

Ah! Dileto amor, eu te ofereço um sentir doce e suave,
Na sombra de cada momento vivido intensamente,
Quando te falo, te afago e te possuo!

Enfim, eu te ofereço o meu sol
Que se doura na luz do teu encantamento,
Quando, satisfeita,
Desenhas em teu ventre
O meu hálito de mel!

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

UM OPERÁRIO DO AMOR. EIS O RESULTADO DAS PALAVRAS DE EDUARDO GOSSON NA REUNIÃO DE 02-01-2012.

EDUARDO ANTONIO GOSSON
ENÉLIO LIMA PETROVICH
ONTEM, NA PRODUTIVA REUNIÃO DA UBE/RN, REUNIDA NA ANL, ENTRE OUTROS ASSUNTOS, SUGESTÕES, PROJETOS DE ATIVIDADES PARA 2012, O PRESIDENTE DA UBE/RN, HOMEM DE CARÁTER IMPOLUTO, FEZ CARÍCIAS EM MINHA ALMA AO EXPRESSAR SUA ADMIRAÇÃO, GRATIDÃO E ELOGIOS AO MESTRE ENÉLIO LIMA PETROVICH.

UMA DAS FRASES QUE REPERCUTIRAM LUMINOSIDADE E ECO, FOI A EXPRESSÃO EMOCIONADA DE EDUARDO GOSSON AO DIZER:

"O CARO ENÉLIO DEDICOU BOA PARTE DA SUA VIDA AO IHG/RN. E TUDO QUE ELE FEZ FOI POR AMOR".

PASSEI SÓ PARA FAZER ESSE BREVE E MERITÓRIO REGISTRO.

L.HELENA

A UBE-RN PARABENIZA TODOS OS ANIVERSARIANTES DE JANEIRO, COM VOTOS DE MUITA SAÚDE, ALEGRIAS E BOAS ENTRADAS EM 2012.

A UBE/ RN SAÚDE OS QUERIDOS ANUIVERSARIANTES DE JANEIRO
PARABÉNS AOS QUERIDOS ANIVERSARIANTES


Aluízio Matias dos Santos: dia 04
Magnos Regius Ferreira de Andrade: dia: 06
Manoel Américo de Carvalho Pita: dia 10
Maria da Salete Fernandes Pimenta Tavares: dia 14
Mery Medeiros da Silva: dia 10
Idete Pereira Alves (Deth Haak): dia 17
Marcos Antônio Bezerra Cavalcanti: dia 17
Diulinda Garcia de Medeiros Silva: dia 19
Manoel Marques da Silva Filho: dia 30

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

NA TARDE DE ONTEM, 02-01-2012, TEVE LUGAR A REUNIÃO PARA ASSINATURA DOS TERMOS DE POSSE DA NOVA DIRETORIA DA ENTIDADE, PARA O BIÊNIO 2012/13, NA ANL.

QUORUM DA REUNIÃO DA UBE/RN DE POSSE DA NOVA DIRETORIA, PARA O BIÊNIO 2012/2013, NA ANL.
EDUARDO ANTONIO GOSSEN - PRESIDENTE
ASSINATURA DO PRESIDENTE
CONFREIRA SELMA CALAZANS RODRIGUES
ASSINATURA DO CONFRADE RUBENS BARROS AZEVEDO
RUBENS BARROS AZEVEDO
PAULO DUMARESQUE
MANOEL MARQUES FILHO - SECRETÁRIO
ASSINATURA DO SECRETÁRIO DA UBE/RN
ASSINATURA DO CONFRADE CARLOS ROBERTO DE MIRANDA GOMES
ASSINATURA DO CONFRADE CARLOS MORAIS
CARLOS MORAIS DOS SANTOS
LÚCIA HELENA - DIRETORA DE DIVULGAÇÃO
VOTADA E DEVIDAMENTE ASSINADA A CHAPA ESCRITORES UNIDOS PARA A DIRETORIA, CONSELHO CONSULTIVO E FISCAL PARA O BIÊNIO 2012/2013, EM 02 DE JANEIRO DO ANO QUE SE INICIA.
A REUNIÃO TRANSCORREU-SE EM CLIMA HARMONIOSO, COMO DE COSTUME, E COMO BEM ENSINA O LEMA DA UBE - UNIÃO!

LOCAL: ACADEMIA NORTE-RIOGRANDENSE DE LETRAS, PONTUALMENTE ÀS 16 HORAS, COM AS SEGUINTES PRESENÇAS:


EDUARDO ANTONIO GOSSON
(PRESIDENTE DA UBE/RN
MANOEL MARQUES FILHO
(SECRETÁRIO)
CARLOS ROBERTO DE MIRANDA GOMES
CARLOS MORAIS DOS SANTOS
RUBENS BARROS AZEVEDO
SELMA CALAZANS RODRIGUES
LÚCIA HELENA PEREIRA
PAULO DUMARESQUE

domingo, 1 de janeiro de 2012

O PRESIDENTE DA UBE COM MAIS UM COMUNICADO - N° 10/2011.

DR. EDUARDO GOSSON
UNIÃO BRASILEIRA DE ESCRITORES –UBE/RN
COMUNICADO Nº 10/2011


Prezados Senhores e Senhoras Escritores(as):
Luís Damasceno é uma das figuras emblemáticas da Cidade do Natal. Por esse motivo, o professor Marcos Silva, potiguar radicado em São Paulo,
professor da USP, está organizando um livro sobre Luís, que se
encontra enfermo. Quem quiser colaborar deve enviar texto até 30 de
janeiro de 2012.

O e-mail do professor Marcos é
marcossilva.usp@uol.com.br

Em Natal/RN, 31 de dezembro de 2011
Eduardo Gosson
Presidente
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NOTA: A Antologia Literária em prol do querido luis Damasceno, é sem nenhum ônus para os participantes.
PS: Lembramos aos caros confrades a Reunião em 01-01-2012, na ANL às 16 h. Creio que os sócios poderão prestar contas na ocasião, à tesouraria.